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O que é diplomacia: história e base epistemológica

  • 8 de jul.
  • 1 min de leitura

Uma genealogia histórica: dos primeiros emissários à diplomacia moderna — a tese de que a diplomacia, antes de ser teoria, é prática sedimentada pelo tempo.


Sala legislativa vazia e ornamentada, com cadeiras em semicírculo, lustres dourados e duas pessoas ao fundo; clima solene.

Nesta postagem, compartilho um conjunto de materiais didáticos voltados ao estudo da diplomacia, da política externa e das organizações internacionais. A proposta é oferecer uma introdução sistemática para estudantes, pesquisadores e interessados em Relações Internacionais, articulando história, teoria e análise da atuação brasileira no sistema internacional.

Os materiais abordam três eixos principais. O primeiro discute a formação histórica da diplomacia, desde os emissários da Antiguidade até a consolidação da diplomacia moderna com a Convenção de Viena de 1815. O segundo apresenta uma reflexão epistemológica sobre como a diplomacia pode ser estudada academicamente, distinguindo-a da política externa e examinando tradições como o historicismo, o realismo, o construtivismo e a Escola Inglesa. O terceiro eixo analisa a diplomacia brasileira nas organizações internacionais, com destaque para a ONU, o regionalismo latino-americano, as instituições econômico-financeiras e os regimes internacionais contemporâneos.

Mais do que oferecer definições prontas, os materiais procuram mostrar a diplomacia como uma prática histórica, institucional e política, marcada por disputas de poder, produção de sentidos, negociação de interesses e construção de legitimidade. A intenção é contribuir para uma formação crítica, capaz de compreender a diplomacia não apenas como protocolo ou representação formal, mas como parte ativa da organização da ordem internacional.

Referência: NUNES, Rodolfo Francisco Soares (2026, June 19). O que é diplomacia: história e base epistemológica. Even3 Publicações. http://doi.org/10.29327/7870582

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